A construção de uma relação de ajuda envolve estar presente de forma acolhedora e empática, sem resolver os problemas que são responsabilidade do outro. É essencial escutar sem julgamentos, considerando crenças e opiniões individuais.
O "outro" é o protagonista de seu próprio processo de cura e transformação.
CONCEITO DE AJUDA
Empatia -- Congruência e Autenticidade -- Aceitação positiva
Carl Rogers
O terapeuta deve ser autêntico, tanto consigo mesmo como com o cliente/paciente
É preciso estar disposto a escutar sem julgamentos, mesmo que estes sejam muitas vezes associados à crenças particulares e opiniões indivudiais.
Ajudar não é resolver os problemas que são responsabilidade do outro, mas estar com este de forma acolhedora, empática e responsável.
A criação de um espaço seguro em que o indivíduo obtenha a escuta necessária para realizar um processo individual de reflexão e auto-compreensão.
Relação interpessoal complexa, que visa favorecer o crescimento, a autonomia e o bem-estar do indivíduo.
QUAL O PAPEL DO AJUDANTE?
Relevância de crenças e valores pessoais para que se estabeleça um ambiente seguro e sem julgamentos.
Comunicação verbal e não verbal
Limites pessoais do ajudante e necessidades específicas do ajudado.
Deve-se estabelecer uma relação de compreensão e segurança, em que responsabilidades sejam reconhecidas e estabelecidas.
Atitudes facilitadoras podem clarear o caminho rumo à um estado mental de maior serenidade.
A criação de um vínculo humano é de extrema importância para uma relação de ajuda.
RELAÇÃO DE AJUDA
Escuta empática e segura.
Construção da relação = CONFIANÇA
A relação de ajuda deve ser baseada na escuta ativa e em princípios baseados na empatia e na aceitação.
Meios de comunicação verbal e não verbal.
LIMITES E ÉTICA
Sem limites, a relação terapeuta/paciente pode se tornar manipuladora, invasiva ou prejudicial, principalmente quando se leva em conta todo o processo de vulnerabilidade do indivíduo.
LIMITES
DO PAPEL
AFETIVO
DE TEMPO E ESPAÇO
DE COMPETÊNCIAS
Subtópico
Aceitação, autenticidade e escuta segura.
Neutralidade afetiva e ideológica: escuta segura e imparcial.
Postura não diretiva: o terapeuta não impõe suas ideias, valores ou perspectivas de solução eficaz.
Responsabilidade profissional
Respeito à autonomia
Confidencialidade
Estruturas protetoras dos limites terapeuta/paciente.
A ajuda a ser ofertada também está permeada por inúmeras questões éticas.