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av Tiago Rodrigues 8 timer siden

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1° SEMESTRE FILOSOFIA (60h) Prof. Dr. Bruno Albuquerque

A filosofia ocidental clássica teve início com os pensadores pré-socráticos, que buscavam explicar o mundo de forma racional e lógica, contrastando com as explicações míticas que eram inquestionáveis e irracionais.

1° SEMESTRE

FILOSOFIA (60h)

Prof. Dr. Bruno Albuquerque

1° SEMESTRE FILOSOFIA (60h) Prof. Dr. Bruno Albuquerque

UNIDADE 4 INTERFACES DA FILOSOFIA COMO UM CAMPO DE ESTUDO A2/A3

AREAS DE ESTUDO DA FILOSOFIA
FILOSE A CIÊNCIA MODERNA
FILOSOFIA E O CRISTIANISMO

UNIDADE 3 A FILOSOFIA A PARTIR DE ATENAS A2/A3

ASPECTOS GERAIS DA FILOSOFIA ARISTOTÉLICA
DEBATES E DESENVOLVIMENTOS
NOTÁVEIS INFLUENCIADORES
RASCUNHO



(Nota complementar)




AS CONTRIBUIÇÕES DE PLATÃO
RASCUNHO (backup)

Rascunho Avulso

Pontos principais

O que significa isso?

Referência Bíblica



(Nota complementar)



(Nota explicativa)

Características

UNIDADE 2 A FILOSOFIA OCIDENTAL CLÁSSICA: OS PRÉ-SOCRÁTICOS (Mais questões na prova) A1/A3

SÍNTESE DA UNIDADE
OS FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS
Fim da Filosofia Pré-Socrática

Como chegou ao fim a filosofia Pré-socrática ?

A filosofia pré-socrática tem seu fim com a mudança do pensamento que tinha como foco a natureza

Explicação aprofundada

Como chegou ao fim a filosofia Pré-socrática ?


(Nota complementar)



• A filosofia pré-socrática tem seu fim com a mudança do pensamento que tinha como foco a natureza. Com a intensificação da vida pública, as atenções dos filósofos passaram a se relacionar com a vida pública e a atividade humana.


• Esse novo período tem o filósofo Sócrates como marco da mudança e é chamado também de período antropológico da filosofia.


• Sócrates (470 a.C-399 a.C.) foi um importante filósofo grego que inaugurou o segundo período da filosofia grega, o período antropológico. Nasceu em Atenas e é considerado um dos fundadores da filosofia ocidental.


• A filosofia de Sócrates, baseada no diálogo, era chamada de filosofia socrática. Era marcada pela expressão “conhece-te a ti mesmo”, em virtude da busca da verdade através do autoconhecimento.


• Ademais, da filosofia do “diálogo” de Sócrates, destaca-se a “maiêutica”, que significa literalmente “trazer a luz”. Esta faz relação com a iluminação da verdade que, para ele, está contida no próprio ser.


2° Fase do Pensamento Pré-Socrático

Escola Atomista

Demócrito de Abdera

Nada existe além de átomos e do vazio

Para ele, o átomo (o indivisível) era o princípio de todas as coisas, desenvolvendo assim, a “Teoria Atômica”.

Demócrito de Abdera


(Nota complementar)



• Demócrito viveu entre 460 e 370 a.C. Sua personalidade extrovertida o deu o reconhecimento de “o filósofo sorridente”. Para além de seu bom humor, o pensador é conhecido por ter estabelecido, junto ao seu mestre Leucipo, a primeira ideia de átomo, o que deu impulso aos estudos antigos de Química.


• Leucipo e Demócrito são os últimos pré-socráticos. A sua filosofia, assim como a filosofia desenvolvida pelos demais pluralistas, visava a resolver a querela deixada por Parmênides (defensor do imobilismo) e Heráclito (defensor do fluxo perpétuo da natureza).

O Átomo foi uma abstração da Filosofia

Foi discípulo de Leucipo

Nascido na cidade de Abdera, Demócrito (460 a.C. - 370 a.C.)

Leucipo de Abdera

Apontou pela 1° vez, que a origem do Universo derivada de microscópicos, infinitos e indivisíveis elementos

Leucipo de Abdera


(Nota complementar)



• Leucipo é o responsável por apontar, pela primeira vez, que a origem do Universo derivada de microscópicos, infinitos e indivisíveis elementos, que se agregavam sempre, formando os seres e objetos do mundo. Demócrito, seu discípulo da Escola de Abdera, aperfeiçoou a teoria do mestre Leucipo, dando a ela um nome e maiores detalhes.

Nasceu em Mileto (cidade onde nasceu Tales, o primeiro filósofo) em 500 a.C

Escola de flosofia natural que defendia que o universo era composto por átomos, partículas indivisíveis

Também chamada de “Atomismo”, foi desenvolvida na região da Trácia

Escola Pluralista

Empédocles de Agrigento

Subtópico

Anaxágoras de Clazômena

"Em cada coisa existe uma porção de cada coisa"

Seu propósito

Encontrar o Arché

Arché


(Nota complementar)



• Como ocorreu na Filosofia de outros pensadores pré-socráticos, o propósito da Filosofia de Anaxágoras era encontrar a origem ou o elemento original de todo o universo, sem recorrer às cosmogonias mitológicas. O filósofo não formulou uma teoria unitária acerca da origem, mas postulou uma teoria pluralista, baseada na existência de vários elementos. Segundo Anaxágoras, a origem de tudo está no que ele chamou de homeomerias, que são basicamente sementes (spérmata, no Grego antigo).


• Tentando resolver o problema intelectual deixado por Parmênides, que afirmava que a imobilidade do Universo não permitia a criação ou que a criação limitaria o Universo, Anaxágoras formulou que a origem do Cosmos está assentada em elementos infinitos em número e tempo. Esses elementos (as sementes) sempre existiram e agregam-se por meio de uma força chamada noûs — uma inteligência que governa o tudo.


• Ainda de acordo com essa teoria, todos os seres e objetos do mundo são compostos pela junção de todas as homeomerias existentes, de modo que tudo é composto por tudo. O noûs separa apenas os pares opostos que compõem o Universo, mas que não se misturam após estarem prontos, como frio e quente, úmido e seco.

Propôs que a origem do Universo estava em vários elementos, e não somente em um

Anaxágoras de Clazômena


(Nota complementar)



• Tentou formular uma nova teoria para o surgimento de todo o Universo, que não recorresse às narrativas mitológicas.



Vida


• Como os outros pensadores pré-socráticos, não temos muitos dados biográficos de Anaxágoras. Sabe-se que ele nasceu na cidade de Clazômenas, na Jônia, onde teve contato com a Filosofia pré-socrática. Quando adulto, passou a residir em Atenas, levando para lá a Filosofia que se desenvolvia na Jônia. Atenas já vivia, nesse período, o auge de sua democracia.


• Anaxágoras conheceu o estadista grego Péricles e, mesmo não podendo participar da atividade democrática por ser estrangeiro, circulou pelos meios políticos. Entretanto, o pensamento do filósofo levou-o a um julgamento e condenação sob a acusação de impiedade e traição aos deuses. A teoria filosófica pré-socrática não estava firmemente ancorada na religião grega. “Historicamente começou com Anaxágoras o processo que Atenas moveu contra a Filosofia e que concluirá, mais tarde, com a condenação à morte de Sócrates.”i


• A sua condenação pode estar firmada em sua explicação da ocorrência dos eclipses solares. Anaxágoras foi o primeiro pensador a explicar, da maneira correta, a ocorrência de um eclipse solar, e sua teoria contrariava a existência do deus Apolo, que, na mitologia grega, era quem carregava o Sol. A sua condenação forçou-o a fugir de Atenas, fixando residência na cidade jônica de Lampsacos.


• O pensador grego escreveu um livro em prosa, do qual restam apenas fragmentos, em que ele expõe a sua teoria cosmológica. Os historiadores especulam que Anaxágoras deu aulas de Filosofia para Sócrates, estabelecendo a ponte entre a Jônia e Atenas para o caminho da Filosofia ocidental.



499 a.C

O que foi esta escola ?

Defende que o universo é composto por vários elementos, e não por um único princípio

1° Fase do Pensamento Pré-Socrático

Oeste

Desenvolvidano Sul da Itália

Escola Eleática

Principais representantes

Melisso de Samos

"Aquilo que teve princípio e fim não é nem eterno nem infinito"

Defende o ser infinito porque ele não pode ter limites nem no tempo nem no espaço

470 a.C. - 430 a.C

Zenão de Eléia

O que se move sempre está no mesmo lugar agora

Foi grande defensor das ideias de seu mestre, filosofando, sobretudo, acerca dos conceitos de “Dialética” e “Paradoxo”

Paradoxo de Zenão

Imagem

Discípulo de Parmênides, Zenão (490 a.C. - 430 a.C.) nasceu em Eléia

Parmênides de Eléia

Ser é e o não ser não é

Focou nos conceitos de “aletheia” e “doxa”, onde o primeiro significa a luz da verdade, e o segundo, é relativo à opinião

Discípulo de Xenófanes, Parmênides (530 a.C. - 460 a.C.) nasceu em Eléia

Localizava-se na cidade de Eleia, na Magna Grécia, no sul da Itália

Escola Pitagórica ou Escola Itálica Época dos Pitagóricos

Principais representantes

Pitágoras de Samos

"O universo é uma harmonia de contrários"

Vai ter influência sobre Platão e Sócrates

Afirma que os números foram seus principais elementos de estudo e reflexão, do qual se destaca o “Teorema de Pitágoras”.

Pitágoras de Samos (descrição)


• Afirma que os números foram seus principais elementos de estudo e reflexão, do qual se destaca o “Teorema de Pitágoras”.


• Ele também foi responsável por chamar de "amantes do conhecimento" aqueles que buscavam explicações racionais para a realidade, dando origem ao termo filosofia ("amor ao conhecimento").


Filósofo e matemático nascido na cidade de Samos. Pitágoras (570 a.C. - 497 a.C.)

Os pitagóricos e sua noção sobre a alma imortal

Os pitagóricos e sua noção sobre a alma imortal


(Nota explicativa)



• No contexto dos pré-socráticos, a Filosofia é a atividade do Sophos, do sábio, aquele que pratica bem alguma coisa, com autoridade sobre tal conhecimento.

Posteriormente, a Filosofia, em última instância, foi considerada por Sócrates como uma reflexão sobre a morte, em grego MELETE THANATOU.

Não se trata de uma apologia à morte, mas de uma meditação profunda sobre o sentido da vida que se revela mediante a realidade da morte. O esclarecimento a partir do paradoxo.

O que, exatamente, em nós consegue sobreviver à morte? A alma? A aniquilação é total e absoluta?


• Em Platão, influenciado pelos pitagóricos, a alma (DO GREGO PSYCHÉ), é considerada imortal, isto é, resistente à morte na sua mais fria acepção. Acreditava-se na imortalidade, na transmigração, isto é, na metempsicose como reencarnação (em humanos,

animais, vegetais, minérios…).

Como sabemos, essa linha de pensamento foi herdada de modo mais longínquo na história, a partir dos povos de matrizes indo-europeias, às quais pertencem os babilônios, persas, indianos, entre outros povos que compartilham uma geografia próxima.

Essas regiões constituíram os troncos linguísticos e formas culturais mais primitivas que estiveram na base de uma conjuntura maior chamada de EURASIA.


• Fédon (Phaidon, Phaedon, Fédão) é um dos mais conhecidos diálogos de Platão, cujo tema central é a natureza da alma humana e sua sorte.

Toma-se como epicentro do diálogo a condenação e sentença de morte de Sócrates.

Há aspectos religiosos e teológicos da cultura grega em evidência no diálogo “Fédon”. Mas o grande ambiente filosófico em que Sócrates e todas as outras personagens estão inseridas no diálogo é o pitagorismo.


• Segundo a tradutora Maria Teresa Schiappa de Azevedo (1988),

“Tal como no Banquete, encontramo-nos aqui em presença de uma narrativa que é feita por um companheiro de Sócrates — o pitagórico Fédon de Élis — a um grupo de amigos, entre os quais se salienta Equécrates. Narrador e ouvintes introduzem-nos de imediato na atmosfera de Pitagorismo que rodeia toda a discussão”.



Tópicos para reflexão sobre a alma a partir da interface entre Sócrates e os Pitagóricos:


1) A doutrina do corpo como prisão da alma — ideia que. não sendo exclusivamente dos Pitagóricos, sabemos ter sido por eles professada e até provavelmente aprofundada na célebre fórmula soma/sema

(corpo/túmulo);


2) A noção consequente do conhecimento como purificação (katharsis), dada como uma das mais importantes chaves do Pitagorismo;


3) Ainda, a teoria da reminiscência que tem, pelo menos, larga relação com o culto da memória entre os Pitagóricos;


4) A teoria da alma-harmonia, evocada por Símias em contexto que terá de considerar-se crítico, face aos argumentos desenvolvidos por Sócrates;


5) Finalmente, a doutrina da metempsicose ou reencarnação.


“Para os pitagóricos, a harmonia era responsável por conciliar os princípios contrários entrando na constituição de todos os seres. A harmonia unia, dentro de seus domínios, os elementos em discórdia. Assim, se encontrava naturalmente dentro da música onde as noções de dissonância e consonância se ligam formando um grande todo musical. Da mesma forma, a harmonia contém uma aritmética por detrás de sua elaboração que os pitagóricos trabalharam em encontrar e onde sublinharam o papel essencial do número e da proporção. Nestes estudos, os pitagóricos separaram a harmonia em sensível, que é aquela que se faz sentir pelos instrumentos, e em inteligível, que é aquela que se tem pela configuração numérica. Esta é a razão pela qual os pitagóricos pesquisaram, por exemplo, sobre a largura e espessura das cordas, a tensão das mesmas e sobre os sons que elas podem emitir. Os estudos sobre consonâncias e cordas vibrantes foram cruciais não somente para a construção de instrumentos de cordas, mas também para a construção de teatros onde problemas de acústica estavam presentes”

(VIEIRA e CORNELLI, 2018).


“Assim, não é de se surpreender que a alma possa ser considerada uma harmonia ou afinação, para os pitagóricos. Esta concepção estaria exposta no Fédon de Platão em completa conformidade com a opinião de que era de origem médica. Duas passagens são citadas a este respeito. A primeira diz que os pitagóricos praticavam a purificação do corpo pela medicina, e a da alma pela música, ao passo que a segunda passagem corresponde a uma parte contida no diálogo Fédon, conforme Burnet…


… Sendo o nosso corpo, por assim dizer, retesado e contido ao mesmo tempo pelo quente e frio, pelo seco e úmido, e coisas desse tipo, nossa alma é uma espécie de temperamento e afinação destes, quando um e outro se mesclam bem e na devida proporção. Se nossa alma, então, é uma afinação, é claro que, quando o corpo houver sido afrouxado ou retesado em demasia por doenças e outros males, a alma deve necessariamente perecer em seguida (Platão, Fédon, 86 b 7-c 5 apud BURNET, 1994, p. 237)”.

(VIEIRA e CORNELLI, 2018).



Ressonâncias:


1) Dualismo antropológico, cósmico e ético.


2) Recepções religiosas posteriores: Religiões abraãmicas, Espiritismo, Matrizes. Afro-brasileiras, Esoterismo modernos


3) Recepção pela Filosofia de Sócrates e Platão- Passagem pelo período cosmológico para o Antropológico em Filosofia


4) Dualismo Cartesiano - Res. Cogitans x Res. Extensa.


5) Tendência de uma reação antropológica-teológica de caráter integral e holístico. Superação da disputa entre monistas, dicotomistas e tricotomistas.





Também chamada de "Escola Itálica", foi desenvolvida no sul da Itália

Leste

Escola Jônica

Principais representantes Escola Jônica

Heráclito de Éfeso

Nada é permanente, exceto a mudança

Explorou a ideia do devir (fluidez das coisas). Para ele, o princípio de todas as coisas estava contido no elemento fogo

Considerado o “Pai da Dialética”, Heráclito (540 a.C. - 476 a.C.) nasceu em Éfeso

Xenófanes de Cólofon

Xenófanes de Cólofon (frase)


(Nota explicativa)



"Enquanto eterno, o ente também é ilimitado, pois não possui começo a partir do qual pudesse ser, nem fim, onde desapareça".


Foi um dos fundadores da Escola Eleática, se opondo contra o misticismo na filosofia e o antropomorfismo

Nascido em Cólofon, Xenófanes (570 a.C. - 475 a.C.)

Eles se inspiraram no Egito e Babilônia

Não foi um simples "copia e cola"

Debate sobre o cosmos

Período cosmológico (questões do mundo)

Não são contra a religião.

São precursores até da ciência

Auge do movimento

Séc. IV a.C.

Séc. VI - IV a.C.

Local

Região da costa Ocidental da Turquia, em Istambul

Desenvolvida na colônia grega Jônia, na Ásia Menor (atual Turquia)

Escola da Miletiana ou de Mileto

Anaxímenes de Mileto

Anaxímenes de Mileto (frase)


(Nota explicativa)



"Como nossa alma, que é ar, nos mantém unidos, assim um espírito e o ar mantêm unido também o mundo inteiro; espírito e ar significam a mesma coisa".


O princípio de todas as coisas estava no elemento ar

Discípulo de Anaximandro, nascido em Mileto, para Anaxímenes (588 a.C. - 524 a.C.)

Anaximandro de Mileto

Nota explicativa

Anaximandro de Mileto (frase)


(Nota explicativa)



"De onde as coisas têm seu nascimento, ali também devem ir ao fundo, segundo a necessidade; pois têm de pagar penitência e de ser julgadas por suas injustiças, conforme a ordem do tempo".

O princípio de tudo estava no elemento denominado “ápeiron”, uma espécie de matéria infinita.

Discípulo de Tales, nascido em Mileto, para Anaximandro (610 a.C. - 547 a.C.)

Tales de Mileto

Frase

"Tudo é água"

Descrição

Acreditava que a água era o principal elemento, ou seja, era a essência de todas as coisas.

Nascido na cidade de Mileto, região da Jônia, Tales de Mileto (624 a.C. - 548 a.C.)

Pré-socráticos e suas relações com os mitos

Conceitos para explicar a natureza pela própria natureza

Os Pré-socráticos criam 4 conceitos explicativos

Logos

É o discurso que vai dar conta de explicar tudo isso.

Logos


(Nota complementar)



• O termo logos é um conceito filosófico que deriva do grego e significa "palavra", "discurso", "razão" ou "verbo". Na filosofia, logos pode se referir a uma ordem universal, a uma razão cósmica, ou à capacidade humana de raciocinar.



Na filosofia grega


• Na filosofia grega, logos inicialmente se referia à palavra falada ou ao discurso. Heráclito foi um dos primeiros filósofos a usar o termo de forma significativa.

Arché

A palavra vem do grego arkhé,és, que significa origem, princípio, começo

Para Platão

A arché era o princípio que não nasce de nada e de onde nasce tudo o que nasce.

Para Heráclito

A arché era o fogo, um princípio que está em todas as coisas desde a sua origem.

Pora Tales de Mileto

A arché era a água, ou seja, todas as coisas seriam compostas por água.

Arché


(Nota complementar)



• Termo filosófico que significa o elemento fundamental que compõe e dá origem ao Universo.


• Arché é um conceito fundamental da filosofia pré-socrática, que buscava a substância inicial de onde tudo deriva. Os pré-socráticos foram um grupo de filósofos gregos que antecederam Sócrates.

Physis

Physis é uma palavra grega que significa "natureza" ou "origem"

Significa natureza física

Kosmos

Kosmos está associado a ideias de harmonia, ordem e beleza

É a organização que armoniza o mundo

Onde os Pré-socráticos vão buscar esta explicação?

Sem relação, moral ou religiosa, apenas racional na matéria

Buscam na materia explicações para tudo que existe

Qual a meta que os Pré socráticos tinham de explicar o mundo?

Eles buscavam uma origem racional para o Universo, sem recorrer a mitos e narrativas fabulosas.

Explicar a natureza pela própria natureza

Os Pré-socráticos rompem com os mitos?

Há um rompimento com os mitos, só que parcialmente

Os Pré-socráticos rompem com os mitos?


(Nota complementar)



• Eles não rompem totalmente com os mitos.


• São homens religiosos, entendem que os mitos ajudam a esplicar a religião. Os mitos não estavam satisfazendo as explicações dos problemas do mundo.


• Os filósofos buscam respostas para os problemas do mundo de forma racional.


• Esses pensadores buscavam nos elementos natureza as respostas sobre a origem do ser e do mundo. Focando principalmente nos aspectos da natureza, eram chamados de “filósofos da physis” ou "filósofos da natureza".


• Foram eles os responsáveis pela transição da consciência mítica para a consciência filosófica. Assim, buscaram dar uma explicação racional para a origem de todas as coisas.


• A mitologia grega explicava o universo através da cosmogonia (cosmo, "universo", e gónos, "gênese" ou "nascimento"). A cosmogonia dá sentido a tudo o que existe através da ideia de nascimento a partir de uma relação (sexual) entre os deuses.


• Os filósofos pré-socráticos abandonaram essa ideia e construíram a cosmologia, explicação do universo baseado no lógos ("argumentação", "lógica", "razão"). Os deuses deram lugar à natureza na compreensão sobre a origem das coisas.


• A filosofia nascida com esses primeiros filósofos deu origem a toda uma produção de conhecimento e de representação da realidade. Toda essa construção serviu como base para o desenvolvimento da cultura ocidental.

Qual a diferença entre Heráclito e Parmênides ?

Para Heráclito tudo está em constante movimentação e para Parmênides não

Qual a diferença entre Heráclito e Parmênides ?


(Nota complementar)



• Parmênides (Escola Eleática):

》Frase: o que é, é. O que não é, não é.


Para Parmênides o ser é imutável. O que não é, não é, e nunca poderá ser. A escuridão é a ausência da luz; a escuridão não pode ser a luz. Não há mudança ou movimento.


• Heráclito (Escola Jonica):

》Frase: Tudo flui. Tudo está em movimento e nada dura para sempre.


Para Heráclito tudo está em constante modificação e as coisas podem transformar-se em seus opostos. Uma vela queimando está em movimento, pois a cera está se tornando em fogo, assim como a escuridão pode tornar-se luz. Tudo está a fluir.


Explicação mais detalhada


• Heráclito era oriundo da cidade de Éfeso. Foi um filósofo materialista e representante da dialética grega. Considerava o fogo como a base primordial de toda substância concreta. Atualmente 130 fragmentos do nosso filósofo chegaram até nós e são amplamente estudados. Heráclito exerceu grande influência na epistemologia filosófica e em nomes como; Platão, Hegel e Marx.


"Tudo se converte em fogo e o fogo em tudo, da mesma forma que o ouro se troca por mercadorias e as mercadorias por ouro".

Heráclito trouxe à baila "A mudança" como base transformacional de todas as coisas, ou seja, para Heráclito tudo estava em constante fluxo, uma mutabilidade universal.

"Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio nem se pode surpreender duas vezes a natureza inanimada num mesmo estado, uma vez que novas e novas águas fluem constantemente para o rio, isto é, que a natureza se acha em constante mutação."


• Parmênides era um filósofo eleático, melhor dizendo, da cidade de Eléia. Um fato curioso sobre as teorias defendidas por esses dois importantes filósofos está nos estudos feitos pelo corpo filosófico contemporâneo que, sustenta o contraste entre elas e o nascimento do impasse entre materialismo e idealismo.


• Os filósofos eleáticos, Parmênides incluso, adversários dos miletanos e de Heráclito consideravam como princípio do mundo, não a matéria concreta perceptível, mas um ser único, indivisível, imutável e imóvel.


• Parmênides definia da seguinte maneira;


"Não tem nascimento nem destruição, é um todo de uma espécie única, imóvel e sem limites".



• Para Heráclito a mutabilidade explicava o mundo. Para Parmênides não. A imutabilidade era a explicação.

Contra a doutrina eleática do ser único, imóvel e universal - filósofos como; Anaxágoras, Empédocles e Demócrito deram suas contribuições.


• Um famoso filósofo clássico (verdadeiro pop-star da filosofia) transformou ambas as teorias em uma alegoria que ficou conhecida como Alegoria da Caverna. O filósofo? Platão.

Períodos da Filosofia Grega no geral

Para melhor entender a filosofia grega, vale lembrar como ela está dividida.em 3 fases:

Período Helenístico

Fase ética e cética

Período Clássico ou Socrático

Fase antropológica-metafísica

Período Pré-Socrático

Fase naturalista

Principais filósofos e sua localização na Grécia antiga

Porque do nome Pré socráticos?

Recebem esse nome, pois são os filósofos que antecederam Sócrates

Época

Eles desenvolveram suas teorias do século VII ao V a.C..

RELAÇÃO ENTRE MITO E FILOSOFIA
Critica aos mitos

Tensões na época

Diziam que o que impulsionou a Filosofia foi a crítica aos mitos

Critica aos Mitos (tensões)


(Nota complementar)



• Há quem diga que um dos principais fatores históricos que impulsionaram o desenvolvimento e a divulgação da Filosofia grega foi a crítica aos mitos e a busca por explicações sobre a natureza a partir da própria natureza e não a partir dos deuses.


• Além da crítica aos mitos, observam-se ainda a criação da ideia de Pólis grega, com suas deliberações e assembleias na Ágora, bem como o empreendimento expansionista de Alexandre Magno (356-323 a.C.) - ver imagem ao lado esquerdo.


• Especialmente a Ágora grega constituiu um fator preponderante para o desenvolvimento das noções democráticas, embora estas ainda fossem precárias, pois apenas os homens gregos, livres e senhores poderiam participar das assembleias deliberativas em Atenas. O embate de ideias, a contraposição, a retórica, o diálogo e outros recursos abriram o caminho para os debates filosóficos. A Ágora possuía múltiplas funções: política, comercial, esportiva e religiosa. 


Ponto Importante

Os primeiros filósofos não eram ateus. Depois que separou a religião da filosofia

Critica aos mitos


(Nota complementar)



• Apesar do valor dos mitos, alguns pensadores da antiga Jônia (costa ocidental da Turquia) estabeleceram as primeiras críticas aos mitos gregos como insuficientes para explicar racionalmente a essência da natureza.


• Embora não fossem sem religião, os filósofos pré-socráticos propuseram uma abordagem alternativa às explicações mítico-religiosas de suas tradições. 


Mitos, uma forma de filosofia antes da filosofia

Podemos notar em alguns filósofos como:

Sófocles

Faz uma crítica aos excessos da sociedade, da política

Hesíodo

Foi um poeta grego que escreveu mitos sobre a criação do mundo etc

Hesíodo


(Nota complementar)



• Hesíodo é um poeta grego que escreveu mitos sobre a criação do mundo, a geração dos deuses e a história humana.



Homero

Compôs os poemas Ilíada e Odisseia

Homero


(Nota complementar)



• Compôs os poemas Ilíada e Odisseia, que são consideradas fontes importantes de conhecimento sobre a mitologia grega.


Foi um poeta épico da Grécia Antiga

Sem dúvida cumprem sua função de servirem como uma filosofia antes da filosofia

Mitos, uma forma de filosofia antes da filosofia


(Nota complementar)

• Os mitos sem dúvida cumprem sua função de servirem como uma filosofia, um questionamento sobre a realidade humana, social e política, a partir das ricas imagens fornecidas nos textos.

Alguns exemplos de mitos

Mito de Narciso

Sobre a beleza e a vaidade

Mito de Eros e Psiquê

Sobre o amor e sua união com a alma

Mito de Orfeu e Eurídice

Sobre o destino e a morte

Mito de Pandora

Sobre a primeira mulher, a curiosidade humana e o surgimento dos problemas no mundo

Exemplo

Semelhante à passagem bíblica sobre Adão e Eva

Mito de Cronos

Sobre o tempo e o nascimento dos deuses

A Classificação dos mitos

3 tipos de classificações

Mitos Escatológicos

O que o Mitos Escatológicos apresentam?

Eles narram o destino daquele que já passou ou vai passar pela morte

Mitos escatológicos


(Nota complementar)



• Tem uma proposta de ilustrar expectativas sobre o destino último dos humanos, dos deuses e do cosmo.

Mitos Épicos

O que o Mitos Épicos apresentam?

Os grandes feitos deuses e heróis de antigos

São narrativas de feitos heroicos

Mitos de Teogonia e Cosmogonia

O que é Cosmogonia ?

São narrativas sobre o nascimento do universo e dos elementos da natureza

O que é Teogonia ?

São narrativas sobre o nascimento dos deuses e seu poder

O que eles descrevem ?

Que retratam a criação dos deuses e do mundo, respectivamente

Algumas características gerais dos mitos

São narrativas, ato de narrar um acontecimento que traga uma verdade moral

Algumas características gerais dos mitos (explicação)


(Nota complementar)



• Algumas características gerais dos mitos compreendem a narração, a simbolização dos deuses e heróis com formas humanas e a revelação de verdades profundas, que seriam indizíveis de outro modo.



O que Mito e Filosofia têm em comum?

Irracional

Lógico

Fantasia, incoerência

Razão, coerência

Inquestionável

Questionável

Sobrenatural

Natural

Mito

Fantástico, imaginário

Filosofia

Verdadeiro, real

O que Sócrates pensava sobre os mitos ?

Todo aquele que ama o mito de certa forma é um filósofo

O que os mitos nos ensinam ?

Falam sobre a natureza humana

Raiva, amor, ira etc

Nos dizem verdades de forma indireta. São inúmeras as suas verdades

Que dá p/ montrar a natureza humana, sendo suas forças e fraquezas

Seus ensinamentos são mais sobre o tempo no presente

Os mitos ensinam sobre nós mesmo. e mais no presente

Quais os elementos um mito pode conter ?

Elementos filosóficos

Elementos culturais

Elementos religiosos

Elementos históricos

Qual o objetivo dos mitos?

Nos ensinar por um processo ilustrativo

O porque da origem do recurso do mito ?

Esse foi o recurso utilizado durante anos para explicar tudo o que existe no Universo

O porque da origem do recurso do mito ? (Origem do Mito)


(Nota complementar)



• Esse foi o recurso utilizado durante anos para explicar tudo o que existe no Universo. Desta forma, foram criados mitos para explicar a origem dos homens, dos sentimentos, dos fenômenos naturais, entre outros.


• O mito era considerado uma história sagrada, narrada pelo rapsodo - que supostamente era a pessoa escolhida pelos deuses para transmitir oralmente as narrativas.


• O fato de o narrador advir de uma escolha divina, atribuía ao mito o caráter de incontestabilidade, pois os deuses eram inquestionáveis.


• Importa referir que, além de explicar as origens, a mitologia - o conjunto dessas histórias fantásticas - desempenhavam um papel moral.


• Esse tipo de narrativa era pertinente para responder aos questionamentos até que, a partir do século VII a.C. as explicações oriundas dessas histórias iam deixando de satisfazer os primeiros filósofos gregos - os pré-socráticos.


• Assim, o mundo começava a ser investigado através da razão, priorizando o natural em detrimento do sobrenatural. Começando a fazer uso da razão, os filósofos não acreditavam nos mitos e exigiam comprovações.

Em qual país surgiu o mito?

Grécia

Pontos importantes

A filosofia não acaba com o mito, mas o explica

Apesar de nascer num contexto religioso, não fala de religião

O que é um mito ?

Descrição que é um mito

É uma narrativa tradicional cujo objetivo é explicar a origem e existência das coisas

Descrição do que é um Mito


(Nota complementar)



• Os mitos são narrativas que explicam a origem do mundo, dos deuses, dos seres humanos e dos fenômenos naturais.

Etimologia

Mythos significa "narrar", "contar" ou "anunciar

UNIDADE 1 ASPECTOS HISTÓRICOS PRELIMINARES A1/A3

FILOSOFIA E A BUSCA PELO CONHECIMENTO
Quais são as correntes filosóficas?

Subjetividade

Todo ser humano dispõe de liberdade e niveis múltiplos inteligência, condicionados por fatores naturais etc.

Subjetividade


(Nota complementar)



• Todo ser humano dispõe de liberdade e niveis múltiplos inteligência, condicionados por fatores naturais, psicossociais e morais ao longo de seu desenvolvimento pessoal, através de relação com os outros, com a natureza e consigo mesmo.

Causalidade

As realidades no mundo exigem alguma causa

Finalidade

Procuramos em filosofia pelo objetivo final de toda realidade ou ação

Não contradição

Uma proposição (assunto) não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo

AS DIVERSAS ORIGENS HISTÓRICAS DA FILOSOFIA
Racismo epistêmico

Como combater o racismo epistêmico?

Distribuir melhor o conhecimento de qualidade

Como combater o racismo epistêmico?


(Nota complementar)



》Distribuir melhor o conhecimento de qualidade.


》Traduzir parte da referência bibliográfica.


》Fazer com que o ensino de língua estrangeira seja mais eficiente na educação básica pública.

Exemplos de racismo epistêmico

Racismo sobre o conhecimento (branco tem conhecimento e o negro, indígenas e outros não tem)

Exemplos de racismo epistêmico


(Nota complementar)



》A hegemonia do saber eurocêntrico, que foi imposta juntamente com a desapropriação e o aniquilamento de outras formas de conhecer e habitar o mundo.


》O uso exclusivo de textos em língua estrangeira nos espaços acadêmicos e escolares.


》A divisão histórica tradicionalmente pensada no viés da formação europeia.

Europeu acima das colônias

Consequências

Ele tem contribuído para a reprodução de práticas formativas colonizadoras

Racismo epistêmico (Consequências)


(Nota complementar)



• O racismo epistêmico tem tido um papel determinante na produção filosófica ocidental.




Como funciona o racismo epistêmico?

Subordina, inferioriza e oculta outros conhecimentos

Racismo epistêmico (Como funciona ?)


(Nota complementar)



• O racismo epistêmico se utiliza das ciências para silenciar e negar a produção intelectual de povos não brancos.


• Ele é parte do racismo estrutural brasileiro, que desconsidera os saberes e as experiências de populações afro-diaspóricas e autóctones das Américas.


• Ele é um dos elementos determinantes no ensino de filosofia.



Exemplos práticos de racismo epistêmico


》Subordina, inferioriza e oculta outros conhecimentos.


》Silencia e extingue outros sistemas de conhecimento.


》Combate outras epistemologias com a intenção de aniquilá-las.


》Impõe a superioridade de uma cultura sobre a outra.


》Assimila, nega ou suprime outras culturas.


Quais as características do racismo epistêmico?

É baseado na ideia de que a tradição de pensamento ocidental é o único regime de verdade.

Racismo no nivel do conhecimento

É uma forma de racismo estrutural que desvaloriza conhecimentos e experiências de povos não brancos

Em torno do Mediterrâneo

Entre os filósofos do mundo antigo destacam-se

Povos Semitas

Gregos

Egípcios

O que aconteceu com as terras em torno do Mediterrâneo ?

Foi o lugar que:

Houve a formação de grandes ideias

Se formou as filosofias antigas

Foi testemunha do crescimento filosófico

Imagem explicativa em torno do Mediterrâneo

Link da imagem aqui

O empobrecimento histórico

Israel teve contato com outras culturas?

Sim, e dessa forma foram influenciados por elas em muitos aspectos

Os gregos realmente inventaram a filosofia ?

Os gregos não invertaram filosofia do zero

Pitágoras e o Egito

Pitágoras bebeu do conhecimento que aprendeu no Egito

Quando acontece ?

Qd pensamos que tudo se restringiu ao ocidente

Quando acontece o empobrecimento histórico?


(Nota complementar)



• Quando se dá mais importância a uma fase da evolução cultural do que a outras igualmente importantes, cria-se uma narrativa única e absolutizada sobre s fatos históricos, como no casodas origens do espírito filosófico, que não estão restritas apenas ao Ocidente.



Pluriversalidade

Importância da Plurivesalidade

É importante para a resistência à visão eurocêntrica da filosofia

Importância da Plurivesalidade


(Nota complementar)



• A pluriversalidade é importante para a resistência à visão eurocêntrica da filosofia, que considera que apenas a filosofia grega é válida.


• É também importante para a visibilidade de filosofias não eurocêntricas.

Origem do conceito

O conceito foi cunhado pelo filósofo sul-africano Mogobe Ramose

Principais Características

É uma forma de compreender a si mesmo, os outros e o mundo

Principais características da Plurivesalidade


(Nota complementar)



• A pluriversalidade é uma resistência à ideia de que apenas uma filosofia é válida.


• É um princípio que orienta a interação, o aprendizado e o ensino.


• É uma forma de reconhecer a pluralidade do mundo, e de que outras filosofias existem e são válidas.


O que é ?

Conceito filosófico que reconhece a existência de múltiplas filosofias, além das ocidentais

De onde vem a Filosofia ?

Nações que deixaram um grande legado

Tanto no Egito e a Babilônia deixaram um legado para que os gregos aproveitassem

Quem começou segundo os livros ?

Começou com Tales de Mileto

Contribuição Egípcia

Os egípcios contribuíram muito e muito antes dos gregos

Quem inventou a Filosofia ?

Não tem como saber

É o mesmo que querer saber quem inventou a culinária.

Como ela existiu ?

É um fenômeno humano e universal

A Filosofia já existia antes do "milagre grego"

O que foi o milagre grego ?

Época

A teoria foi concebida no século XIX

Foi uma Teoria que defende que a filosofia surgiu na Grécia Antiga de forma espontânea

O que esta teoria defende ?


(Nota complementar)



• A teoria defende que a filosofia surgiu na Grécia Antiga de forma espontânea.


• A teoria defende que a filosofia surgiu de um povo excepcional, os gregos, sem semelhante prévio ou futuro.


• A teoria defende que a primeira manifestação filosófica foi na Grécia arcaica.




Características das origens Históricas da Filosofia

Surgimento da Filosofia na Grécia

Se deu mais precisamente com a formação da pólis - Cidade-Estado grega

Nota explicativa

Surgimento da Filosofia na Grécia


(Nota complementar)


• O surgimento da Filosofia se deu na Grécia, mais precisamente com a formação da pólis - Cidade-Estado grega. Lá, os cidadãos discutiam política em público, tentando chegar à melhor forma de organização da sociedade.


• Isso motivava o uso do raciocínio, da reflexão e a chamada "atitude filosófica". Com o tempo, as pessoas não discutiam apenas política, mas se indagavam acerca de vários aspectos, o que levou ao crescimento da investigação.


• Desta forma, a transição entre o pensamento mítico e o pensamento racional aconteceu de forma progressiva.


• Os filósofos pré-socráticos buscaram nos elementos da natureza a resposta sobre as origens.



Existe Certidão de nascimento da Filosofia ?

A Coruja (animal) traz a ideia do conhecimento como símbolo da filosofia

Se popularizou no Século 6 antes de Cristo, mas já existia antes deles (gregos)

Não existe uma data, não tem como mapear isso

Existe alguém que possui o monopólio do saber ?

Não há monopólio do saber de ninguém e de nenhum país

Porque estudaremos ?

Por causa da sua importancia na Grécia

Quando a Filosofia começou a ser praticada?

Eles não tinham a pretensão de serem universais (não era projeto deles)

Já era praticada antes dos gregos, mas o termo vem do grego (origem do seu nome)

O QUE É FILOSOFIA?

PERSPECTIVA EPISTÊMICA
Onde a filosofia e a teologia convesam ?

Os primeiros teólogos eram filósofos

Exemplos

São Tomas de Aquino

Santo Agostinho

O ato de filosofar é um ato de investigar, igual o teologo

Conversam sobre o sentido da existência

Epistemológia no dicionário

Teoria do conhecimento

Reflexão sobre a natureza, o conhecimento e suas relações entre o sujeito e o objeto

Explicação sobre o que é perspectiva epistemológica

É a abordagem teórica que um pesquisador utiliza para investigar um tema

Nota complementar

Explicação sobre o que é perspectiva epistemológica


(Nota complementar)



• Que se refere à epistemologia, à teoria do conhecimento, reflexão sobre a natureza, o conhecimento e suas relações entre o sujeito e o objeto; epistemológico.


• Epistemologia é a teoria do conhecimento.


• A perspectiva epistemológica é a abordagem teórica que um pesquisador utiliza para investigar um tema. Ela se baseia no estudo do conhecimento, ou seja, na epistemologia.


• Estuda como o conhecimento é adquirido, o que o diferencia das crenças, e como se relaciona com o mundo.


• Ocupa-se de problemas filosóficos que surgem na investigação científica.


• Está relacionada com a construção e a prática da ciência.


• Preocupa-se com o que a humanidade acredita, incluindo a verdade e tudo que é aceito como verídico.


PERSPECTIVA CURRICULAR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE)
Tem 2 tipos de viés

Viés pastoral

Formação humana, crítica, etica e multidisciplinar

Capacidade de dialogar

Reflexão crítica mediante a nossa fé

Senso crítico a luz da fé cristã

Tem um Viés acadêmico

QUANDO EU SEI QUE ESTOU FAZENDO FILOSOFIA?
Quais são os 3 momentos que sei que estou fazendo filosofia ?

3° Momento

Resposta ou reflexão

Damos reapostas filosóficas quando tentamos responder de forma racional

2° Momento

Questionamento

Fazemos perguntas de caráter Filosófico

1° Momento

Estranhamento

Em nós a primeira causa é o estranhamento, um incômodo com alguma situação

EXPLICAÇÃO DO QUE É FILOSOFIA?
Etimologia da palavra Filosofia

Significa amor do saber

Philos (amor) Sophiía (sabedoria)

Entendendo o que é Filisofia

Conjunto das reflexões particulares que buscam entender a realidade, a partir da razão

Razão da existência humana

Importante

Video explicativo sobre o que é Filosofia

Link do vídeo aqui

GEOGRAFIA FILOSÓFICA
Imagens sobre a Geografia Filosófica

Link para acessar os Mapas

CARACTERÍSTICAS DA FILOSOFIA
O que a filosofia vai lidar ?

Politica

Moral

Ética

O que os maiores filósofos pensaram sobre a razão ?

Eles entenderam que a razão tem um limite

PLANO DE ESTUDO

PDF (slides)
Aula 10
Aula 9
Aula 8
Aula 7
Aula 6
Aula revisional 1
Aula 5
Aula 4
Aula 3
Aula 2
Aula 1
Aula de Apresentação
LIVRO DO 1° SEMESTRE
AULA DE APRESENTAÇÃO
PLANO DE ENSINO